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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
O convite de Liliana Manhente está aguardando sua resposta.
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
O convite de Liliana Manhente está aguardando sua resposta.
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Publicada por Lily Manhente à(s) 10:24 0 comentários
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Faça parte da minha rede no LinkedIn.
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Publicada por Lily Manhente à(s) 16:00 0 comentários
domingo, 24 de março de 2013
Por favor não percas...é de chorar a rir (Liga o SOM)
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quinta-feira, 14 de março de 2013
Red Bull Air Race PORTO 2007
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Chuva- ESPECTACULAR
Quando nao chove e é culpa do governo, imaginem a chuva tal como estes!...
ehehehe
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domingo, 10 de abril de 2011
Grande Roger Waters, foi Brutalíssimo!
Publicada por Lily Manhente à(s) 18:55 0 comentários
Etiquetas: 2011, 21 de Março, Lisboa, Roger Waters
quinta-feira, 10 de março de 2011
Março Marçagão, manhãs de Inverno, tardes de Verão...

Ainda não é Primavera mas já cheira!
Sinto uma alegria imensa ao acordar de manhã e ouvir os pássaros a chilrear, e a fugirem por entre os galhos que embora nús, já sustentam as cabeças verdes a quererem romper o austero castanho destes…
As energias do Hemisfério Norte da Terra voltam a repor-se e o equilíbrio dos seres volta a querer reinar! Neste mês de Março, mais do que o chuvoso e primaveril Abril, sinto que o planeta Marte, que rege o signo zodiacal que se aproxima, Carneiro, traz consigo a bravura, a contenda, a convulsão e o martírio (daí o nome de Marte). Este optimístico mês, traz a fé aos homens. O signo que abre este mês, Peixes, é um signo de crenças, de religião, e as primeiras chuvas do inicio de Março, lembram a água e o sentimento pisciano… Porém, com o romper da Aurora, com o nascimento das coisas, das pessoas, dos animais, que saem felizes das suas tocas, as trincheiras do rigoroso inverno, da natureza, nascem também as criações dos homens, lançam-se livros, lançam-se álbuns de música, vendem-se mais produtos, consome-se mais daquilo que se poupou em Janeiro e Fevereiro, os comerciantes ganham mais, as pessoas andam mais bem-dispostas e satisfeitas na rua com os seus planos de férias a serem aprovados para o Verão que se segue, vestem menos roupa, passeiam na praia sem receio de ventos inimigos, deixam de se entregar tanto ao sono e ao cansaço, revigorando-se na simples esperança de dias mais reconfortantes e vivaços! … É um mês profícuo para todos, sem dúvida alguma! As manhãs estão frias, mas não impiedosas! As tardes são quentes e convidativas! As noites não são ainda de fiar para andar sem um bom agasalho, mas já não são polares! Este é o mês de muitos caprichos, em que algumas guerras no mundo se acentuam mais, vejam o caso da Líbia mas também a revolta por uma boa causa no mundo Árabe graças aos pioneiros Egípcios! É ainda o mês de alguma transformação, de pioneirismo, aventura, criação e emoção, com pouca razão, apenas o gosto de observar, trabalhar, executar, dar, animar e também agradar… O Carnaval calhou este ano em Março, o que reflecte a multicolor alegria das roupas e das gentes por trás do seu disfarce! Se eu mandasse deveria o alegrete Carnaval ser sempre em Março, e a fúnebre Pascoa ser sempre em Abril! Mas depois, que seriado pobre Fevereiro sem festa para celebrar? Pois é, Março joga com Fevereiro e com Abril, uns anos comanda o Carnaval, outros, mais raramente, comanda a Páscoa, mas o que mais me consola e que nunca deixa de comandar, é o princípio da Primavera e o bem-estar que esta estação nos traz!
Neste Marçagão, mês das minhas Primaveras, terei ainda a chance de comemorar a entrada do Equinócio com um concerto de Roger Waters, um dos velhos mentores dos Pink Floyd, que virá a Lisboa apresentar os 32 anos do álbum The Wall, fazendo uma recriação deste, naquele que promete ser um grande concerto, dado terem esgotado os ingressos do primeiro dia, 21/3, em poucas horas! Este grande senhor da música, o “avozinho” como carinhosamente lhe chamo, com a sua imaginação fértil, trará horas de animação e de boa música que valerá bem o preço do bilhete! O seu pai morrera na 2ª guerra mundial, e a ele dedica a música “When the Tigers Broke Free” que se espera que venha a tocar em Lisboa à semelhança do que aconteceu em 2006,no Rock In Rio quando o vi pela primeira vez em concerto, em mais de 3 horas de espectáculo. Irei ouvir músicas repletas de letras sobre guerras, sobre a vida dos homens, sobre a História que ele tanto adora, sobre as convulsões no mundo tão típicas do mês de Março... Aguardo que se repita no mínimo, mas tenho a perfeita noção que será melhor e que terá mais cenários!
Publicada por Lily Manhente à(s) 23:21 0 comentários
Etiquetas: manhãs de Inverno, Março Marçagão, tardes de Verão...
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Rudy Schenker , o Guitarrista Escritor


Publicada por Lily Manhente à(s) 00:05 0 comentários
Etiquetas: scorpions
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Novo Acordo Ortográfico
Minha gente,
Vamos ser parte activa deste movimento!
Eu ja preenchi, imprimi, assinei, digitalizei e enviei o impreso por e-mail, guardando a copia em papel para mim. Já fiz a minha parte!
Nao se queixem nem chacotem das palavras que aparecem em rodapé nas noticias do telejornal da RTP, ACTUEM!
In Facebook:
"90.000 "clicks"? Não chega!
No momento do envio desta mensagem, a página da Causa "Não queremos o Acordo Ortográfico" regista 90.327 adesões.
Extraordinário, não é?
Não, não é. Infelizmente, não é nada de extraordinário, em termos de resultados práticos.
Isto significa apenas que mais de 90.000 pessoas se deram ao "extraordinário" trabalho de "carregar" num botão virtual. Nada mais. Este número de "clicks" indica, no máximo, que essas pessoas - das duas, uma - ou não querem realmente o "acordo ortográfico" ou apenas quiseram ser simpáticas para com quem as convidou a "aderir" à página. Ou então, terceira hipótese e se calhar a mais provável, terá pensado a maioria que "isto enquanto for carregar num botãozinho, tudo bem, mas lá preencher um papel, bom, isso é que não, não há vagar".
Na realidade, verifica-se esta coisa estranha: dos mais de 90.000 aderentes à página da Causa, aqui no Facebook, apenas cerca de 2% (DOIS POR CENTO!) se deram realmente ao trabalho de subscrever a ILC. De facto, temos verificado que boa parte das assinaturas já recebidas resultou de recolhas que os voluntários vão fazendo, entre amigos e colegas ou em recolhas de rua. Logo, por exclusão de partes, fácil é concluir que muito poucas destas 90.000 pessoas se "incomodaram", se deram ao trabalho, este sim, verdadeiro e útil, de imprimir, preencher e enviar o impresso de subscrição da ILC contra o mesmo "acordo" que todos aqui teoricamente dizem "não querer".
Caro/a subscritor/a da Causa "Não queremos o Acordo Ortográfico!", esta mensagem é-lhe dirigida a si, pessoalmente: se ainda não subscreveu a ILC contra o AO90, faça-o agora, imprima, preencha e envie o seu impresso de subscrição.
Se já o fez, bem, óptimo, a Causa agradece, isso significa que pertence à ínfima minoria que não se limita a carregar nuns botões e "pronto". Se já assinou e enviou o impresso, fez bem, fez perfeitamente, porque fez alguma coisa além de um "click" tão fácil quanto vazio.
"Aderir" a uma página no Facebook não passa de uma simples operação electrónica, totalmente virtual e de absolutamente nenhum efeito prático. Ou seja, é muito pouco ou, abreviando, não é nada.
A ILC está aí, pronta há quase um ano e já subscrita por alguns milhares de pessoas. Leia, assine e divulgue também.
Isso sim, isso é alguma coisa. "
E os génios da RTP que passaram o Egipto para Egito, o que faz dos seus habitantes Egicios Foi lindo!...
Nos nossos sete, oito e nove anos tínhamos que fazer aqueles malditos ditados que as professoras se orgulhavam de leccionar. A partir do terceiro erro de cada texto, tínhamos que aquecer as mãos para as dar à palmatória. E levávamos reguadas com erros destes: "ação", "ator", "fato" ("facto"), "tato" ("tacto"), "fatura", " reação", etc, etc... Já para nao falar no atentado à herança cultural e de berço da nossa Nação!
Com o novo acordo ortográfico, voltam a vencer-nos, pois nós é que temos que nos adaptar a eles e não ao contrário. Ridículo...
Mas, afinal de onde vem a origem das palavras da nossa Língua? Do Latim!! E desta, derivam muitas outras línguas da Europa. Até no Inglês, a maior parte das palavras derivam do latim.
Latim que embora seja hoje uma lingua morta, tem importancia capital para areas como o Direito, História, Arqueologia, Literatura, Teologia, Biologia, etc.
Então, vejam um exemplo, que se poderia aplicar a Factor, Reactor, Tacto, Sector, Protector, Selecçao, Extacto, Baptismo, Excepção:
Em Latim -Actor
Em Francês -Acteur
Em Espanhol- Actor
Em Inglês - Actor
Até em Alemão, reparem: Akteur
Velho Português (o que desleixámos) -Actor
O novo Português (o importado do Brasil)-Ator
Conclusão: na maior parte dos casos, as consoantes mudas das palavras destas línguas europeias mantiveram-se tal como se escrevia originalmente.
Se a origem está na Velha Europa, porque é temos que imitar os do outro lado do Atlântico? Sim , isto não foi um acordo, foi uma adopção e imposição transatlântica!
Mais um crime na Cultura Portuguesa e, desta vez, provocada pelos nossos intelectuais da Lingua de Camões, muitos dos intelectuais que só se servem de interesses pessoais usando as forças globais dos portugueses!
Acedam a :
http://ilcao.cedilha.net/
Publicada por Lily Manhente à(s) 23:41 0 comentários
Etiquetas: Lingua Portuguesa
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
SE UM DIA A PAZ VIER A PRESTAR

Depois da pequena obra de poesia, foi lançado oficialmente o romance de José Manhente, ( meu irmão) intitulado “ SE UM DIA A PAZ VIER A PRESTAR” dia 7 de Janeiro no Auditório do Hospital Sto António, com o apoio do escritor Manuel António Pina. Trata-se de um romance que o autor considera de “híbrido que junta um canto de jornalismo com crónica de costumes, passando por uma vertente autobiográfica”...
Informo que o preço de lançamento é de € 5 !!! Toca a aproveitar!!!
“Um romance que retrata os vários momentos de tensão social vividos em Barqueiros, naquilo que a opinião pública reconhece como uma das maiores manifestações ecológicas do século XX em Portugal.
Uma empresa mineira que ostensivamente extraía areias e caulinos em pleno centro histórico da freguesia, contrariando assim, com este atentado ambiental, a indefesa população de Barqueiros. Uma força militar sempre de mãos dadas com o poder económico. Políticos comprometidos que, na hora em que se impunha defender o supremo interesse da saúde pública, passaram imediatamente a assobiar para o lado.
E é precisamente em Setembro de 1988, no contexto deste crescente conflito, que Miguel Durães, um jovem professor do ensino básico, chega à pequena aldeia minhota. Por imperativos de consciência e de cidadania acaba por aderir ao Movimento Cívico de Barqueiros, contribuindo com a sua voz esclarecida e com a sua presença nas diversas acções de rua. Durante a sua permanência na aldeia desenvolve estreitos laços de amizade com os habitantes do lugar do Alto, especialmente com dois irmãos do nº 310.
Para os anais da História ( de 1983 a 1989), a “ Guerra dos Caulinos” ficará perpetuamente marcada pela trágica ocorrência de duas mortes civis, todavia, recordada positivamente pela abnegação, tenacidade e autarcismo de um povo”
In “SE UM DIA A PAZ VIER A PRESTAR”, José Manhente
“ É um policial, tem suspense, é auto-biográfico, é humoristico, é sociologicamente curioso...enfim, podia perfeitamente ser adaptado ao cinema ou à televisão”
Por Manuel António Pina
“ A visão da <>> é manifestada por José Manhente através de uma escrita sedutora , bastante envolvente que consegue transportar o leitor para uma época não muito distante”
In Barcelos Popular
“Contexto internacional influenciou Guerra dos Caulinos”.
In Jornal de Barcelos
Publicada por Lily Manhente à(s) 20:46 0 comentários
Etiquetas: Lançamento de Livro
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Abraços Gratuitos
"Planeamos distribuir abraços grátis na rua de Santa Catarina para incentivar a solidariedade entre as pessoas e alegrar a época natalícia, oferecer amizade aos que mais precisam e incentivar a partilha de humanidade com os outros.
Será dia 12 de Dezembro, e começara a concentração por volta das 14h30. Será elaborado um vídeo, para depois juntar ao vídeo feito em Lisboa, de modo a juntar “as duas capitais do pais” num abraço gigante. A única coisa que será necessário trazer para além da presença é também um cartaz, camisola,etc... a dizer “abraços grátis/ free hugs”. ´
Uma organização de Muxima Chasing Hands
Que tal dar-mos algo que nem sempre é fácil de dar e que nao tem preço?!
Eu VOU! Traz um cartaz e oferece-te a esta iniciativa!
Publicada por Lily Manhente à(s) 21:18 0 comentários
Etiquetas: Natal
Que Saudades...
Vale sempre a pena recordar este video único que me marcou quando eu era trés petite!
Ainda hoje tenho as bolachas em alta consideração e presentes na minha dieta hiper atlética!
O Monstro das Bolachas era sem dúvida um dos meus favoritos!
eheheh
Publicada por Lily Manhente à(s) 19:16 0 comentários
Etiquetas: Cómico
A *Ajuda de Berço
A *Ajuda de Berço* que recolhe e cuida de bebés em risco, está também em
risco de fechar portas por falta de verba.·
Para ajudar, a Presidente, ontem em directo na SIC Notícias, sugere uma
simples chamada telefónica para o número *760300410.* São 60 cêntimos que a
nós não fazem diferença e que podem fazer a diferença para eles.
Contribuam para esta boa causa.
Se quiserem, divulguem pelos vossos contactos.
Basta um milhão de chamadas para garantir o funcionamento durante um ano.
Vamos TODOS ajudar por favor!
Obrigada a todos!
Publicada por Lily Manhente à(s) 18:08 0 comentários
Etiquetas: Solidariedade
terça-feira, 16 de novembro de 2010
6 de Outubro, um dia para nunca esquecer!
Mais uma vez a excursão Azevedo’s nos levou a nós, fãs de bandas, a ver o concerto esperado desde a ultima vez, em 27 de Maio de 2006 em Lisboa...
Desta vez o “cartaz” apelava-me mais do que no Rock In Rio, na altura quando vi Pitty, Xutos e Pontapés e The Darkness, Pitty foi uma revelação na altura, Xutos já todos conhecemos e Darkness enfim, uma seca que deu para aguentar em prol de ver Axl Rose.
Agora o “ Cartaz” era a abertura antes dos Guns assegurada pelo Sebastian Bach! Ex- vocalista dos Skid Row, velho amigo do Axl, que inclusivé alguns dos seus espectáculos teve que assegurar em momentos que o Axl não podia cantar, por quem os meus ouvidos nutrem alguma simpatia também e por quem estava desejosa de “conhecer” ao vivo!
O pano de fundo do palco deste artista com características de menino, era o do último álbum “ Angel Down” . A sua entrada foi estilo relâmpago! Parecia mesmo ser o artista da noite, para quem não sabia o que se iria suceder por ali…
Às 20:30 entra portanto em palco, com a “Slave to The Grind” mas mais rápida do que a original, parecendo que o concerto teria que ser um corrido, o que não foi pois esteve ali uma hora e meia a actuar!
Tal qual um artista de circo, com o microfone e o fio a voarem sobre a sua cabeça em círculos, mais de 300Km/h, estava sempre a ver quando é que se ia enrolar à volta do seu pescoço e ele tombar sem fôlego…mas enganei-me sempre!
Entre temas que para mim são completamente desconhecidos, confesso, não se ensaiava a falar em português, meio abrasileirado claro, várias frases para afagar o público! Um brasileiro atirou-lhe inclusive uma bandeira do seu país e mais ninguém luso até ao fim quis fazer o mesmo, pois diziam-me “Esta bandeira é pró Axl” , ao que respondia “ Oh cromo, achas que o Axl vai saber de quem é no meio de tanta gente e de tanto gajo a querer dar a sua?! “ e o meu companheiro da causa também não a queria dar…
Fiquei eufórica com a "Piece Of Me", "18 & Life", "Monkey Business" e "I Remember You" mas a que eu queria mesmo era a “ Youth Gone Wild”! Foi mesmo Wild! Havia uma miúda com os seus 13 anos às cavalitas, pelo ar, em soutien e que o Sebastian fazia questão de pedir que o tirasse! Não se tinha apercebido de quão miúda era! Pudera, quem é que com 13 anos vai a um concerto de heavy metal?!
Sebastian fez questão sempre de dizer que era a primeira vez que actuava em Portugal e estava a comemorar o seu 25º aniversário de carreira e intervalava com “ Querem ver Guns n Roses!?” e "Lisboa, capital de Portugal, hoje Lisboa é capital do rock", para por o público ainda mais eufórico! Até que arranco a bandeira ao meu amigo e a atiro pró palco, sem o seu consentimento, e logo ganhando a sua resignação!!!
Às 22horas acabou a sua actuação e só uma hora e meia depois é que teríamos Guns!
Esse tempo de espera foi terrível! Os meus rins estavam massacrados de dor!
Entram em palco com a “Chinese Democracy” e um panorama vermelho, lindo, em todo o palco, e fogo de artificio! Segue-se “Welcome to The Jungle” , para minha grande loucura, e “ It's so Easy” e “Mr.Brownstone” sem grande surpresa. Os ânimos serenam com a belíssima “Sorry” , música intensificava as imagens da tela, de pessoas a discutirem, uma possível rotura de casais, uma tristeza ou remorso latente no Axl quem sabe…
Uma estranha onda de calma e alguma apatia do publico se viu quando soou a “Shackler's Revenge” , uma música que nem é lenta, mas que a maioria parecia desconhecer…
O Solo de Richard Fortus surge entao, um solo que não foi feito para chamar as atenções todas como era o de Slash, também porque havia ainda muitas músicas para tocar, mas que fica marcado pelo tema do James Bond.
Live And Let Die, surge ao fim de sete músicas tocadas. Os mesmos efeitos pirotécnicos, trouxeram-me à memória por breves momentos o Parque da Bela Vista…
E as teclas de Dizzy Reed reconfortam os recalcamentos da plebe em “This I Love”… a voz de Axl é imperturbável neste momento e as pessoas embalam ao som do solo de Ashba até ao fim da trilha, para depois acordarem todos em força para a maravilhosamente obscena “Rocket Queen”, cujos gestos de Axl típicos estiveram em falta! “Ziggy Stardust” de David Bowie foi relembrado em parte no teclado de Reed para culminar em “Street Of Dreams” e vermos Axl mais uma vez a mostrar que não veio para perder! Para minha surpresa, e da maior parte quase, toca a “You Could Be Mine”! Sem correr do lado para o outro, Axl não tem grandes quebras vocais como seria de esperar nesta música que tanto lhe exige. Foi muita adrenalina libertada nesta fase. Estava tudo capaz de roer cabos de aço!
DJ Ashba toca um solo, na tentativa vã de parecer Slash, com a guitarra parecida deste e chapeuzinho e vemos o publico novamente radiado com a “Sweet Child Of Mine”. Aqui sim, vimos que cumpriu, muito diferente do barrete do Rock In Rio, cujo guitarrista anterior levou inclusive assobios! Ao terminar a música, Axl retira-se um pouco para mudar de chapéu e camisa e enquanto isso, parece que nos lembramos da ex-banda de Roger Waters, Pink Floyd com o cover da segunda parte da “Another Brick in the Wall” e para dar tempo a Axl de se ir sentar ao piano. Um piano bem perto de mim, todo ele ladeado de espelhos dispostos na vertical, que reflectiam luzes para todo o pavilhão, enquanto atrás do Axl provinha uma luz pequena. “ November Rain” Foi imediatamente glorificada, adorada por todos, especialmente sentida por mim, que me levou dali até anos atrás, não ao Rock In Rio desta vez, mas sim aos tempos de escola secundária, a memórias humedecidas, que me fez esquecer literalmente quem estava a 2 metros a tocar ali…O meu companheiro de jornada também esmoreceu, mas com alguma dificuldade o encarei. Não é a minha música preferida deles, mas confesso que foi a que mais me tocou em todo o alinhamento. E pronto, acabei por acordar quando, em risos, ouvíamos o riff da “Pantera Cor-de-Rosa” pela guitarra de Bumblefoot. E o bom humor esteve sempre presente. Uma nova incursão ao ultimo álbum com “ Better” e a velhinha “Knockin’ On Heaven’s Door” , cantada por todos com novo estalido de foguetes. Depois, Axl teve um momento de grande generosidade e ia iniciar outra música Do “Chinese Democracy” quando repentinamente pára e inesperadamente começa a “Nice Boys” do álbum Lies, como que a oferecê-la, a pedido de dois rapazes que traziam escrito numa cartolina amarela , “ Nice Boys” apenas! Foi um estrondo! A partir daí, o meu querido amigo e eu, tivemos quase a certeza que o Axl iria aceder ao nosso pedido em tocar a “Don’t Cry” e a não tão frequente “Pacience”…
Ouvimos a “IRS” como se esperava, a enérgica “Nightrain” uma das minhas favoritas ao vivo e um breve retiro para um Encore a seguir. Entra o solo de Bumblefoot e a “Don’t Cry” com os telemóveis a fazer o que em tempos faziam os isqueiros, mas a filmarem ao mesmo tempo…Para mim não era novidade, mas fiquei muito feliz ao ver o meu pequeno companheiro a ouvir pela primeira vez ao vivo esta fabulosa balada. Seguiu-se “Madagáscar” para encerrar o lote de músicas do “novo” álbum (foram 7 tocadas! Metade do álbum!) depois mais uma brincadeira com “Whole Lotta Rosie” dos AC/DC, uma pequena Jam e para encerrar o nosso pedido, da nossa cartolina amarela “BLESS US WITH PATIENCE AND DON’T CRY”, com uma assobiadela enorme a atroar o pavilhão, a “Patience”. Como o eu amigo estava siderado, foi tão bom! Acho que não apreciei a música! EM 2006 não a tocaram e não é costume o fazerem, mas do Axl pode-se esperar qualquer coisa! Estava tão submersa no que se passava ao meu lado que a guitarra acústica soava-me longínqua…Que momento tão lindo creio que foi o mais bonito da noite, e o Axl não teve a culpa toda nisso. Lindo!
Já exaustos , reunimos ainda suor para mais uma derradeira rockada de despedida: “Paradise City” ,desta vez com confetis vermelhos e mais “tiros” e fogo de artificio do que em 2006, e a nossa cartolina a voar para os pés deste imprevisível vocalista…o concerto estava a acabar!
Estes Guns cumpriram. Eram 2horas da manhã quando o concerto terminou. Saímos do Pavilhão 9 horas depois de lá termos entrado, mas valeu largamente a pena! Durante o concerto quando vi voar coisas para o palco, como ursos de peluche, e a cara de desconfiado do Axl, ainda tive receio que ele suspendesse o concerto ou armasse escândalo, mas não. Esteve sempre bem disposto, brincou com o publico, quando lia nos cartazes algo como “Axl, wanna go to a Pijama’s party” ou “ Axl, please take me home!” apontava e gracejava, prosseguindo risonho a seguir. Foi extremamente profissional. Teve mais paragens este concerto do que em 2006, parecia que tinham que recuperar mais entre as músicas o fôlego, o que não é muito bom para um concerto de rock, contudo é normal tendo em conta que está mais velho! Porém, a nível de qualidade vocal e de som, foi muito mais equilibrado e competente do que em 2006, onde se viu mais agitação em palco, menos tranquilidade, mas também menos qualidade.
Depois de ter visto Slash aqui no Porto, em Junho, no Coliseu, e de lhe ter conseguido atirar a bandeira que o Miles Kennedy depois usou no microfone, foi a vez de ver Axl, 4 meses depois, imaginando-os juntos novamente! Foi um sonho e continua a ser até onde o horizonte da memória me permitir…
Publicada por Lily Manhente à(s) 00:44 1 comentários
Etiquetas: Guns N' Roses









